segunda-feira, 25 de outubro de 2010

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NAS ORGANIZAÇÕES

Planejamento estratégico e vantagem competitiva

DESVENDANDO A ESTRATÉGIA

Origem da palavra Estratégia:
Vem do grego antigo – Strategos.
Stratos – Exército e Ago – Comando/Liderança.
Quando falamos de pensamento estratégico, logo nos deparamos com a metáfora de guerra. Uma vez que, estratégia é a ciência das operações militares, isto é, a estratégia nasceu em função das guerras/batalhas. Diante disso, o uso da expressão “vencer ou morrer”, assim como na vida empresarial, ou você adota estratégias eficazes e vence seus concorrentes ou está sujeito a falência.
Falando de maneira bem especifica, podemos descrever a estratégia como sendo uma combinação engenhosa para conseguir um fim, ressaltando que, tudo se inicia do pensamento e este por sua vez gera estratégias.
Ainda dentro do conceito estratégia, vale ressaltar que, nem todos podem fazer o uso da mesma, por exemplo, quem trabalha somente nos níveis táticos e operacionais.
Quem trabalha no nível operacional geralmente trabalha no “escuro”, sem ter uma visão do futuro, ou seja, os tomadores de decisão optam pela melhor estratégia ou a que possui melhor propensão de trazer um resultado positivo, e assim delegam a execução dessa estratégia a área laboral, e esta por sua vez, somente executa sem ao menos saber o resultado (feedback) da mesma.
Considerando os níveis Organizacionais, vale ressaltar alguns pontos;

Nível Alto (Estratégico): é a parte da formulação do pensamento. Nesse nível, monta-se e elabora-se o planejamento, há espaço para receio, isto é cautela.
Dentro desse contexto deve-se estar atento aos sinais, uma vez que, alguns sinais são visíveis e perceptíveis, podendo ser corrigidos. Vale ressaltar que, o sinal deve ser percebido através dos ruídos, não devendo estes ser evidentes.
No nível Alto ainda podemos realizar um ajuste da rota, isto é, para onde estamos caminhando? Estamos indo de acordo com o que foi estabelecido? É nesse ponto que devemos acompanhar a Missão, Visão e Valores da Organização, pois trata-se do Macro ambiente.

Nível Intermediário (Tático): implica em estabelecer normas, procedimentos, enfim algo que já foi pensado e que precisa ser executado.
Neste nível o receio deve ser suprimido, visto que, há pouco tempo para pesquisa.
Os sinais dentro desse nível são mais evidentes, portanto os ruídos se tornam mais intensos, pois espera-se que o estrategista já tenha tomado conhecimento sobre os mesmo (captação). Seria algo que veio automaticamente do nível Alto para o nível Intermediário.
Neste ponto, deve ser trabalhada a questão da adaptação aos ajustes. Projetos. "Colocar o carro na estrada", conforme objetivos já estabelecidos.

Nível de Supervisão (Operacional ou Laboral): trata-se da execução propriamente dita. Geralmente não há tempo para mudança (é o que é), ou seja, apenas deve-se executar, sem comentários. Normalmente muitas coisas acabam “estorando” nesse nível.
Nesse nível os sinais não são mais ruídos, são evidentes e imediatos.
Trata-se do Micro ambiente, metas operacionais e planos pontuais.
Entretanto, um conjunto de metas é o desdobramento dos objetivos.
Se a execução for bem concluída, significa que atingimos os objetivos propostos, e conseqüentemente estamos conduzindo a Organização para as estratégias que foram pensadas.

Construção das estratégias:
O pensar, o agir estrategicamente é avançar com entusiasmo, ESTOICISMO, coragem inata e ambição dominadora e longa experiência com o perigo, tudo isto para os objetivos não parecerem difíceis.
Um objetivo, num primeiro momento pode parecer difícil, mas se uma guerra parecer difícil, as pessoas já entram derrotadas, ou seja, nada é fácil, portanto deve-se estabelecer critérios de importância e seguir em frente sem medo de perder.
Não existe batalha fácil, pois se fosse fácil qualquer um poderia competir. A incerteza sempre serve como fonte de ajustamento de rota.
“Os verdadeiros estrategistas não podem lamentar a incerteza, mas tomá-la como manancial de toda sua arte.”

Adquirindo vantagem competitiva:
Ter vantagem competitiva é estar à frente do concorrente, nada mais do que ser pioneiro em determinadas situações.
Ex: consolidar o setor.
Outrossim, consolidar o setor, trata-se de aprofundar o conhecimento nessa área e tirar vantagem sobre isso (diferencial).
Invadir determinadas situações, isto é, chegar primeiro. Além de comprometer-se com a situação (envolver-se).
Busca da liderança, buscar ser ou estar entre os primeiros.
Deve-se avançar em tecnologia, desenvolver métodos eficazes utilizando a tecnologia existente na empresa e sempre pensar nas despesas operacionais, bem como, nas despesas financeiras.
Exemplo: Uma empresa bastante conceituada no mercado que, possui uma excelente quantidade de vendas e clientes fiéis, de repente “quebra”.
O que isso quer dizer?
Nem sempre o desempenho operacional poderá trazer problemas, neste caso a falência ocorreu em virtude de problemas financeiros (dinheiro em caixa insuficiente para pagar as despesas).

Considerações sobre a Estratégia:
Não temos estratégias prontas nem montadas, visto que, a estratégia é algo abstrato que devemos buscar respondendo as seguintes questões:
Qual a estratégia certa?
Qual a estratégia ajustável?
Não podemos ver adiante, sem ter algo em mente, pré-estabelecido. Assim como, ver atrás, analisar o contexto histórico:
Como chegamos até aqui?
Qual era nossa perspectiva?
Trata-se da análise dos dados passados.

Palavras comumente utilizadas nesse contexto:

ESTOICISMO: livra-se das coisas difíceis, ou incômodas. Livrar-se das adversidades.
PARADIGMA: é tratado como o castigo do homem, pois tende a acomodar em determinada situação. Muitas vezes, essa situação é desfavorável, mas mesmo assim, insistimos em ficar (zona de conforto).
BENCHMARKETING: buscar as melhores referências, buscar a melhores idéias.
EGRÉGORA: reunião de um grupo de pessoas, com um objetivo bom. Energia positiva ou atmosfera grupal.

“Ao olharmos a floresta do alto, avistamos um tapete.”

José Valter da Silva (todos os direitos reservados).

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O CONFLITO ENTRE ESTRUTURA BUROCRÁTICA E A GESTÃO PARTICIPATIVA

Uma barreira significativa que constatamos como cada vez mais emergente é a incompatibilidade entre a estrutura burocrática tipicamente brasileira e as novas estruturas de gestão participativa que foram se instalando ao longo dos anos 90 e 2000.

A estrutura burocrática tupiniquim é herdeira da portuguesa: altamente fragmentada em repartições e especializações associada ao forte personalismo. As duas características convergem para uma forte educação do funcionalismo público para atender e estar atento aos mandos e vontades das instâncias superiores da administração pública e não para o cidadão que, de fato, paga seu salário. Daí a frase comum que se fala neste meio em que “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Trata-se de uma mentalidade voltada para hierarquização e ausência de autonomia no processo decisivo. Seria a potencialização da estrutura racional-legal analisada por Weber.

Lembremos que no final da primeira metade do século XVI, a Coroa Portuguesa criou uma série de cargos e funções públicas de comando e controle sobre a sociedade civil: o governador, o juiz de fora, o ouvidor-mor, entre outros. Criou uma legislação de controle sobre os municípios muito antes deles existirem de fato em nossas terras. Enfim, a funcionário público é herdeiro deste olhar para “os de cima”, ignorando os “de baixo” ou os “não incluídos” na estrutura burocrática pública.

O Estado brasileiro moderno ganhará contornos ainda mais divorciados da cultura das ruas, do cotidiano do brasileiro comum, a partir dos anos 30. Até depois do final da Segunda Guerra, a academia brasileira continuava destilando análises elitistas, em que se sugeria que o Estado criaria a sociedade civil, já que em nosso país não teríamos tido a fortuna de ter passado por uma revolução burguesa que poderia ter constituído interesses de classe. Seríamos, utilizando os termos gramscianos, uma “sociedade gelatinosa”, amorfa. Este foi o pensamento dos estudos de Fernando Henrique Cardoso e Juarez Brandão, entre outros.

Este pensamento e educação do funcionalismo que olha para a hierarquia e não para a rua está consolidada em muitas carreiras públicas. E se transmuta em alguns casos, derivando para outras ideologias. Mas é comum que categorias mais bem pagas se autodenominem “príncipes do funcionalismo público” ou guardiões do Tesouro Nacional. Em outros casos, assume-se um olhar paternalista, protetor. Num outro extremo, uma postura passiva, intuitivamente silenciosa e cautelosa, anódina, insípida, que possa transitar por vários governos sem molestar uma futura ascensão na carreira. Mas, em todos os casos, não há uma cultura de servidor público. Fica, sempre, o laço com a liderança tradicional, o chefe superior, a dificuldade para se pensar a partir da sociedade civil. O Estado, na prática, transfigura-se em Demiurgo da Sociedade.

Contudo, a Constituição de 1988 alterou esta lógica, logo em seu artigo 1º, no seu parágrafo único que diz:

Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Ora, se o poder emana diretamente do povo, a representação é um instrumento complementar, não substitutivo. E aqui, se impõe uma profunda mudança na lógica e cultura do Estado nacional.

Primeiro, porque o fluxograma passa a ser outro. A descentralização administrativa ganha caráter obrigatório porque o fluxo do planejamento e do processo decisório deve garantir a participação direta do cidadão. Expliquemos mais detalhadamente a novidade.

O fluxograma da estrutura burocrática brasileira é seletiva e excludente. O diagrama possível é de uma pirâmide (Figura 01)

Figura 01

Diagrama da Estrutura Burocrática Brasileira

A burocracia não aceita e conflita com as paixões populares, porque está focada na Razão de Estado, uma abstração que sugere um conhecimento e competências específicas para tomada de decisão pública, equilibrada que sintetizaria os interesses em políticas gerais.

Já o fluxograma ideal para uma estrutura pública que incorpora a participação do cidadão teria outro formado, obviamente (Figura 02).

Figura 02

Diagrama do Fluxograma da Estrutura de Gestão Pública Participativa

A estrutura acima ganha os contornos de uma “árvore”, onde as demandas sociais são reorganizadas por estruturas de Estado com controle social, ou seja, estruturas que estariam contaminadas pelas intenções da sociedade civil (observatórios, câmaras territoriais de gestão pública). As demandas passam a ser endereçadas para instâncias intersetoriais híbridas, ou seja, compostas por representantes sociais e técnicos de carreira. Tais estruturas sintetizariam as demandas, transformando-as em planos, programas e ações de Estado. Finalmente, o Corpo Técnico de Estado estudaria a viabilidade de sua execução e sua incorporação na dinâmica programática e orçamentária pública, retornando para a instância intermediária (híbrida) para sua validação social.

Um Estado absolutamente distinto e um corpo técnico do funcionalismo público com outro ideário e prática de gestão. Isto porque estaria mergulhado na dinâmica de negociação de interesses, teria que utilizar uma linguagem adequada para a compreensão popular. Além disto, os conceitos técnicos deveriam ser cotejados pelo conhecimento social dos territórios, construído com base nos valores e percepções locais. Da parte da sociedade civil, tal estrutura exigiria um novo perfil de liderança social, mais técnico, mais afeito ao diálogo (e menos espetaculoso e espetacular, ou seja, menos mobilista e mais dialógico).

Enfim, trata-se de pensarmos a encruzilhada que abrimos com a criação de estruturas de gestão participativa em nosso país. Criamos uma novidade nunca antes vista. Já temos 30 mil conselhos de gestão pública participativa espalhados por todo território nacional. A reforma política em discussão no Congresso Nacional deve incluir tal agenda.

Rudá Ricci


Sociólogo, Doutor em Ciências Sociais, Diretor Geral do Instituto Cultiva

VISÃO E VALORES SÃO IGNORADOS POR 91% DOS LÍDERES

Pesquisa da KPMG revela clima entre executivos sobre liderança, cultura e performance empresarial

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Para 70% dos pesquisados, os líderes das empresas não são inspiradores

As noções de visão, valores e cultura corporativa não são seguidas por 91% dos líderes, de acordo com uma pesquisa da KPMG divulgada recentemente. Cerca de 170 executivos da área de recursos humanos responderam ao questionário online da entidade sobre a cultura das empresas de alta performance.

A pesquisa revela também que 70% dos pesquisados consideram que são poucos os líderes inspiradores, justos e capazes de estimular o desenvolvimento individual e das equipes. Apesar de parecer um resultado desanimador, para Patrícia Molino, sócia responsável pela área de People & Change da KPMG no Brasil, os números mostram que os profissionais participantes estão atentos a essas questões e são críticos o suficiente para encarar a realidade de frente. "As pessoas que participaram da pesquisa eram líderes também e não fingem que nada está acontecendo", afirma.

Causas

Para Patrícia, a pesquisa mostra, de fato, a realidade das empresas atuais. Segundo ela, desde a década de 90, as companhias têm sofrido grandes mudanças, que deixam as estratégias indefinidas e prejudicam a aplicação da visão e valores pelos líderes. Um dos fatores citados é a rotatividade maior de profissionais entre as companhias. "Antes, uma pessoa entrava na empresa e permanecia nela até se aposentar. Isso fazia com que ela absorvesse melhor a cultura e as estratégias, mas não é o que acontece hoje", diz.

Ela também aponta o maior número de jovens - e até de pessoas mais velhas - nas lideranças como causa do quadro atual, já que, cada vez mais, eles procuram desenvolver competências relevantes para sua própria carreira. "O profissional busca as habilidades para que ele cresça, não necessariamente procura o que a empresa precisa".

Outros pontos que contribuem para o não cumprimento da cultura organizacional são: colocar o orçamento em primeiro lugar; fazer mudanças periódicas nas estratégias e, com isso, diminuir a consistência dos valores da empresa; valorizar apenas os profissionais da gestão em detrimento dos conhecimentos técnicos. "Se as pessoas querem um salário maior, elas acabam indo para cargos de gestão, mesmo quando são muito bons técnicos. Isso faz com que algumas lideranças fiquem menos imbuídas nesse sentido", afirma.

Soluções

De acordo com Patrícia, para chegar a um resultado melhor do que o atual, as empresas precisam ficar atentas a três pilares: estratégia clara; liderança que cria sentido para o trabalhador; e confiança e compromisso da empresa. A comunicação em todos os níveis é um ponto relevante nesse processo. "Muitos líderes não ouvem. Para produzir bons resultados, os funcionários precisam estar mais focados, se sentir parte do grupo, entender o que é exigido deles". Segundo ela, a liderança precisa ter compromisso, propor uma missão inspiradora para que o trabalhador veja sentido no que está fazendo.

Isso requer que uma alta liderança alinhada à cultura da organização e um trabalho de liderança ligado também à média gerência. Patrícia também recomenda que os líderes identifiquem as contra-mensagens e contradições existentes entre discurso e prática de líderes. "Se a empresa diz que valoriza os funcionários, ela não pode demitir metade das pessoas quando passar por uma crise", afirma.

CRISE ESTIMULA GESTÃO DE RISCOS

Pesquisa mostra os efeitos da crise financeira mundial sobre a gestão de empresas

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As empresas têm ficado mais preocupadas com a gestão de riscos desde o estouro da crise financeira global, de acordo com um estudo do Korn/Ferry Institute. Executivos seniores e integrantes de conselhos administrativos de empresas de mais de 65 países - inclusive brasileiras - participaram da pesquisa Executive Quiz. Os dados foram levantados em julho deste ano e mostraram um crescimento na dedicação à identificação de riscos e soluções.
Dentre os executivos que participaram do levantamento, 59% avaliam positivamente essa maior preocupação, considerada conseqüência direta da última crise provocada justamente pelas falhas na gestão de riscos, principalmente na indústria financeira. Somente 28% dos entrevistados não perceberam mais cuidado com esse aspecto em suas empresas.O estudo também mostra que 58% dos pesquisados acreditam que a qualidade da supervisão e dos relatórios para os conselhos tem melhorado nas empresas. Mais da metade dos executivos (57%) considera que os diretores têm se dedicado mais à gestão de riscos, enquanto 26% afirmam não ter percebido mudanças e 14% acreditam que os líderes estão dedicando menos tempo a esta questão.

No Brasil

Segundo a pesquisa, 55% dos executivos brasileiros consideram que, depois da crise, houve impactos positivos na empresa, enquanto 45% não viram mudanças significativas. No quesito ligado à dedicação ao tema, 50% consideram que os líderes estão dedicando mais tempo ao assunto e 17% não perceberam mudanças. Essa diferença entre o contexto no país e no resto do mundo pode ser explicada pelas várias experiências de crises econômicas ao longo da história do país, as empresas brasileiras sofreram um impacto menor na gestão de riscos.Em nota à imprensa, o sócio-diretor da Korn/Ferry, Paulo Amorim, confirma que a preocupação com os riscos tem crescido globalmente. “Aqui no Brasil não é diferente. Embora a figura do Chief Risk Officer ainda não seja freqüente nas companhias, percebemos expressivo aumento da busca por talentos que possuam habilidades diretamente relacionadas à gestão de riscos”, diz.A pesquisa aponta que, no Brasil, apenas 13% dos entrevistados afirmam que suas empresas possuem um chefe especializado em riscos (Chief Risk Officer), enquanto 60% dizem que a função é desempenhada pelo presidente-executivo. No nível global, o número de empresas com CRO sobe para 20%.

Fonte: EXAME.com

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

REDES SOCIAIS: FALHA EXPÕE DADOS PESSOAIS DE USUÁRIOS DO FACEBOOK


Dez dos aplicativos mais populares do Facebook estão transmitindo informações pessoais dos usuários para empresas de publicidade e de rastreamento online, de acordo com uma denúncia feita pelo Wall Street Journal.

O problema afetaria mais de 10 milhões de usuários desses aplicativos, incluindo pessoas que ajustaram suas configurações de privacidade em níveis sigilosos. A prática estaria ferindo as regras do Facebook e levanta questões sobre a habilidade do site em manter segura as atividades dos usuários.

Mark Venal, porta-voz de desenvolvimento da empresa, disse em comunicado que o Facebook está trabalhando em uma nova tecnologia para conter a falha, embora não se saiba desde quando esse problema existe.

"O ID do usuário pode estar sendo incorretamente compartilhado pelo browser dos usuários ou por um aplicativo. Porém o conhecimento deste ID não permite que as informações privadas de um usuário sejam acessadas", afirma Venal.

O WSJ apurou que entre os 10 aplicativos mais populares e que estão transmitindo dados, se encontram os jogos FarmVille, FrontierVille e Texas HoldEm Poker. E muitos dos aplicativos ficaram indisponíveis para os usuários depois da denúncia do jornal. Este será um grande desafio para o Facebook: encontrar uma forma de policiar e controlar o acesso dos mais de 550 mil aplicativos disponíveis hoje na rede social.

SEJA PROATIVO

A cada dia mais as organizações precisam de líderes e têm o maior interesse em ver o desenvolvimento de seus colaboradores. Portanto, compartilhe com a organização suas intenções e ambições. O importante é agir, não esperar que outro faça por você. Hoje, a velocidade das mudanças no mundo exige que profissionais e empresas assumam uma atitude de aprendizagem contínua a fim de manter a competitividade.

Desenvolva sua flexibilidade. Mostre que é flexível e está aberto às novas idéias fazendo o seguinte:

* Pense de maneira criativa em como o trabalho é organizado. Identifique em sua própria área as barreiras que reduzem o poder de tomar decisões que sua equipe possui. Observe o que não está satisfazendo as outras pessoas na sua maneira de agir. Identifique em seus métodos atuais de trabalho as ineficiências e as atividades que não agregam valor.
* Torne-se aberto a novas idéias, evite rejeitá-las. Pense primeiro nas maneiras como uma idéia pode ser implementada, depois avalie seu mérito. Se você se pegar pensando “não é assim que fazemos as coisas aqui”, saiba que esse é um sinal para prosseguir em vez de parar.

Procure melhorar a sua criatividade e a de seus colaboradores. É muito importante se lembrar de agradecer a participação, mesmo que a idéia não seja implementada. Premie as melhores idéias e agradeça as outras – com isso você estará motivando as pessoas a pensarem criativamente e melhorando toda a organização.

Outras formas de ser proativo são:

* Comunique-se, comunique-se, comunique-se.
* Peça ajuda e encoraje o envolvimento.
* Conquiste a confiança.
* Faça planos de ações.
* Seja persistente.
* Estabeleça expectativas de desempenho.
* Ofereça apoio.
* Busque novas responsabilidades.
* Faça visitas a outras organizações.
* Inscreva-se em novos cursos.
* Torne-se um melhor treinador.
* Encontre novas maneiras de motivar a sua equipe, antes de deixar o trabalho, todos os dias.
* Tome a iniciativa.

Muitos líderes estão tão condicionados a pensarem apenas sobre o que sua equipe precisa que negligenciam seu próprio desenvolvimento. Não espere até que seu superior entregue a você um plano de desenvolvimento.

Você pode tomar a iniciativa, por exemplo, fazendo o seguinte:


* Assumindo a responsabilidade por coisas que seu chefe faz agora e que você gostaria de absorver.
* Aumentando sua experiência em uma área que você gosta.
* Aumentando seu alcance em áreas que tradicionalmente vem evitando. Se você é da área de marketing, pode começar a entender de custos, por exemplo.
* Liderando melhorias de processos interfuncionais.
* Liderando equipes virtuais.
* Gerando novas idéias que podem agregar um valor considerável para a organização ou seus clientes.

Você precisa descartar antigas idéias de que, caso você trabalhe duro, não crie dificuldades e mantenha seu nariz grudado no trabalho, seu chefe irá recompensá-lo com tarefas cada vez mais importantes e promoções.
Na organização de hoje você precisa criar suas próprias oportunidades.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ACADÊMICO: ENTENDA O SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA ULBRA

O reitor da Ulbra, Marcos Fernando Ziemer, e o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, assinaram o termo de saneamento da Universidade. Dentre todas as cláusulas previstas nesse termo e no que tange o Sistema de Avaliação da Ulbra, temos as seguintes mudanças:

2.1.5. A avaliação de aprendizagem dos estudantes deverá ser realizada de forma a ser compatível com o conteúdo ministrado e em quantidade suficiente para avaliar de forma concreta toda a aprendizagem prevista para os módulos e será formativa e continuada, reestruturada segunda esta cláusula.

2.1.5.1. Conforme regulamento da Universidade, a média para aprovação dos alunos é 6,0 (seis), calculada da seguinte forma:
M = (G1 + 3x G2)/4.

2.1.5.2. O Grau 1 (G1) será realizada por trabalho individual, postado na plataforma (NETAULA), corrigido pelo professor da disciplina, com feedback, como por exemplo: estudos de casos, relato de pesquisas de campo ou produção textual temática, de acordo com as características das disciplinas e do respectivo curso.

2.1.5.3. O Grau 2 (G2) será composto por: prova individual, sem consulta, com 50% de questões dissertativas e 50% de questões de múltipla escolha, realizada no POLO e encaminhada à Instituição para correção pelos professores.(forma de encaminhamento à Ulbra ainda a ser definida).

2.1.5.4. Caso o aluno não obtenha média 6,0 (seis), regimentalmente definida como média para aprovação na Instituição, para cursos presenciais e a distância, terá direito a realizar 1 (uma) única prova de substituição de grau, a qual é presencial e sem consulta, no mesmo formato da G2 e, aborda todo o conteúdo da disciplina.

De acordo com o termo de saneamento assinado entre Ulbra e MEC, a Diretoria do EAD, buscou formular uma nova estrutura de avaliação, para que fosse cumprido o previsto no termo.

De que forma os cursos irão ingressar nessa nova estrutura de avaliação?

Foi organizada uma tabela de ingresso dos cursos ofertados pela Ulbra, onde cada um terá seu período de ingresso automático nessa nova estrutura, conforme segue:

Como se dará a aplicação da prova de G2 nesse novo formato?

A prova de G2 ocorrerá em duas etapas. A primeira corresponde a parte dissertativa, que será aplicada ­sempre na 8ª (oitava) semana do módulo, ou seja, será gerada randomicamente 1 (uma) chave de avaliação específica para essa parte dissertativa. A segunda etapa corresponde à parte objetiva da prova de G2 (no mesmo formato que ocorre hoje), que será aplicada sempre na 11ª (décima primeira) e última semana do módulo, ou seja, será gerada randomicamente, uma nova chave de avaliação.

Qual será o formato das questões da parte dissertativa da prova de G2?

A parte dissertativa da prova de G2 será no formato das questões do ENADE. Para que isso ocorra os professores das disciplinas já estão elaborando novos bancos de questões para serem encaminhados para revisão e cadastro. A parte objetiva da prova também terá seu banco de questões revisado e alterado para o formato de questões ENADE e serão classificadas com grau de dificuldade: fácil, média e difícil, dentro dos parâmetros estabelecidos pelo Comitê específico de Avaliação juntamente com a Assessoria Pedagógica da Universidade.
O calendário acadêmico sofrerá alguma mudança para se ajustar ao Termo de Saneamento?
Sim, os calendários acadêmicos estão passando por uma reestruturação, para que se enquadre no Termo de Saneamento. A partir do ingresso dos cursos, nessa nova estrutura de avaliação, as disciplinas nos módulos passarão a ocorrer de forma concomitante, ou seja, as três ou quatro (quando for o caso) ao mesmo tempo.

E os cursos que já iniciaram, irão se enquadrar nesse novo formato?

Sim, todos os cursos irão se enquadrar nesse novo formato. Para que isso ocorra, estamos trabalhando no ajuste dos calendários pedagógicos, conforme foi descrito acima.

Não haverá mais a nota PAC atribuída pelo tutor?!

Como todas as disciplinas passarão a ocorrer na Plataforma NETAULA, com o acompanhamento direto do professor, o tutor não irá mais atribuir nota PAC.

Como será feita a correção da prova dissertativa?

A ser definido pela Ulbra.

Qual será o formato da prova de Substituição de Grau? S1, S2 ou somente S?

Independente do grau a ser substituído, a prova de substituição será “S”, ou seja, o sistema calculará para qual dos graus o aluno ficará com a melhor MF – Média Final. O formato da prova será igual a G2 – individual e sem consulta, contendo questões objetivas e dissertativas, geradas em duas chaves de avaliação e aplicadas no mesmo dia. Essa prova sempre ocorrerá na 4ª semana do módulo posterior em que o aluno reprovou.

Se a parte dissertativa da prova de G2 será aplicada na 8ª semana do módulo, irá abranger todo o conteúdo das disciplinas?

Não. A parte dissertativa da prova de G2 será aplicada de acordo com os conteúdos trabalhados até a 8ª semana em cada uma das disciplinas. Os conteúdos trabalhados até a data da prova dissertativa, deverão estar detalhados nos planos de Ensino e Tutoria, disponibilizados na NetAula. Já a parte objetiva, englobará todo o conteúdo.

Calendários Acadêmicos e a Nova Estrutura de Avaliação

O EAD da Ulbra está trabalhando na confecção do CALENDÁRIO ÚNICO que consiste em padronizar os processos do Ensino a Distância, bem como os calendários dos cursos ofertados.

De que forma ocorrerá essa padronização?

Os calendários já existentes para cada curso/módulo estão sendo revisados/retificados/adaptados pelo Setor Pedagógico às novas datas propostas pelo calendário único.
A partir do calendário único, todos os módulos ocorrerão em 11 semanas.
Todos os Cursos, indiferente do módulo, terão datas fixas de início e término de período (2010/01, 2010/02, 2010/03 etc.) de cada trimestre letivo.
Todas as avaliações (G1, G2 e substituições de grau) terão períodos fixos de ocorrência, assim como prazo estipulado para correção e divulgação das notas, que deverá ser respeitado.
Os períodos de matrícula/rematrícula estão previstos no calendário único. Assim como os períodos de recesso e férias.
O Setor de Logística está se estruturando para poder atender adequadamente aos prazos estabelecidos nesse calendário.

De que forma os módulos foram adaptados para 11 semanas?

Para que todos os módulos tivessem datas de início e término iguais, ou seja, nas mesmas datas, foi necessário, dividir o ano letivo nos quatro módulos mais os períodos de férias e recessos. Portanto, padronizamos os módulos em 11 semanas.
A partir desse novo formato e, atendendo o Plano de Saneamento, as disciplinas ocorrerão concomitantemente dentro de cada módulo, conforme já citado.

E as aulas, como serão?

A partir do ingresso de cada um dos cursos na nova estrutura de avaliação, as aulas passarão a ocorrer na Plataforma NETAULA. Nesse caso, os alunos terão acesso direto ao professor da disciplina através da NETAULA. Os tutores continuarão em contato com os professores na Plataforma. As aulas presenciais continuarão a ocorrer com os tutores nas SEI/POLO.

E as avaliações?

A avaliação de G1 será toda realizada na plataforma, com atividades propostas diretamente pelos professores das disciplinas. Dessa forma, para as provas de G1, não será mais necessário geração randômica de prova.
A avaliação de G2 se dará em dois momentos. O primeiro, será a prova dissertativa, que será sempre realizada na 8ª semana do módulo; a segunda, é a prova objetiva, realizada na 11ª semana do módulo. Essas duas serão geradas randomicamente no autoatendimento (2 chaves de avaliação).
A prova de substituição será no mesmo formato da G2 (questões objetivas e dissertativas), porém será realizada em um único dia, que conforme já citado, será realizada na 4ª semana do módulo posterior ao que o aluno reprovou. A prova também será gerada randomicamente (2 chaves de avaliação). Lembramos, que todas as provas que necessitam de geração randômica serão feitas pelo Tutor/Agente Educacional.

IMPORTANTE – Os calendários de alguns cursos têm datas que diferem das pré-determinações do Calendário Único, nos módulos iniciais, pois necessitaram de ajustes para adaptarmos e encaixarmos no modelo único.

Obs.: Essa nova Estrutura de Avaliação não se aplica às turmas vinculadas ao IESDE.

Sobre a NetAula: É em essência a sala de aula, ou seja, o espaço da aprendizagem.

* As salas do módulo devem permanecer abertas até o fechamento da turma.
* O Fórum norteador substitui os fóruns de dúvidas, nele deve ser sugerida uma questão ou atividade que inicie o debate sobre o tema do capítulo. O fórum deve ser mediado pelo professor, o qual deve sempre incentivar o desenvolvimento de novas idéias com novos questionamentos e esclarecimentos acerca do conteúdo abordado no capítulo.
* O Fórum avaliativo deve ser construído utilizando critério de avaliação definido pelo grupo e cadastrado pela tutoria. Corresponde a etapa dissertativa da avaliação on-line e pode contemplar um estudo de caso, um resenha crítica, entro outras possibilidades.

Plano de tutoria do aluno – Atividades disponibilizadas aos alunos, com sugestões de leituras, de vídeo aulas e com data de início e término das atividades (disponibilizado na sala de aula virtual).

Plano de aula do tutor – Deve conter atividades propostas para 3 aulas presenciais para a disciplina. As atividades devem ser integrativas e serem previstas de forma a utilizarem o tempo previsto para as aulas, sem a necessidade de apresentação de vídeo aulas (disponibilizado na sala de integração professores e tutores).

Pontuação:

- Abertura dos Trabalhos.

- Apresentação da disciplina, professor, tutores e alunos

- Disponibilização dos planos e calendário.

- Orientação de estudos da semana 2 até a semana 5.

- Fórum norteador – questões por capítulo e sugestão de vídeo aulas

- Fórum Avaliativo: 2 pontos G1

- Questões na ferramenta avaliação - 10: 3 pontos G1

- Feedback

- Orientação de estudos da semana 7 até a semana 10.

- Fórum norteador – questões por capítulo e sugestão de vídeo aulas

- Fórum Avaliativo: 2 pontos G1

- Questões na ferramenta avaliação - 10: 3 pontos G1

- Prova Presencial G2 – questões dissertativas:
5 pontos G2

- Prova Presencial G2 – questões objetivas: 5 pontos G2